Sessão longa e polêmica termina em acordo para permitir financiamento

July 10th, 2009

822 capa O projeto do executivo pedindo autorização para contrair empréstimo para aquisição de máquinas e caminhões tornou a sessão da terça-feira 7/7, em Urussanga, longa, polêmica e mostrou a falta de diálogo entre vereadores de situação e de oposição.

Vereadores da bancada do PMDB inicialmente afirmaram que eram favoráveis ao investimento, mas queriam o número de parcelas do financiamento reduzido para que a atual administração não deixasse dívidas para o próximo prefeito. Como argumento, enfatizavam que o juro seria alto e que o prefeito anuncia ter dinheiro em caixa, não precisando, então, contrair empréstimo.

Vereadores da situação explicaram que o dinheiro que a prefeitura tem em caixa é para bancar a contrapartida necessária nas obras que serão feitas em convênio com o governo federal e estadual, sendo uma mostra da organização e honestidade da atual administração que recebeu mais de R$ 20 milhões de dívidas de administrações anteriores.

Mostrando que pedir empréstimo é uma ação normal de governos, vereador Omero de Bona disse que o Governo do Estado pediu cerca de 35 milhões de dólares para serem pagos em 24 anos.

Depois de dois recessos e de a culpa da dívida do município ter sido colocada até nos colonizadores de Urussanga, os vereadores chegaram a um acordo: baixar de 48 para 40 as prestações do empréstimo que permitirá a aquisição de uma escavadeira hidráulica, duas carrocerias basculantes, dois caminhões e uma retroecavadeira. Uma aquisição que contará, também, com uma contrapartida da PMU de mais de R$ 100 mil.

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