
A Justiça converteu, nesta sexta-feira (15), a prisão em flagrante de Agnaldo Nunes Soares, de 43 anos, para prisão preventiva. Ele havia sido liberado na quinta (13) após audiência de custódia, mediante uso de tornozeleira eletrônica. No entanto voltou a ser detido após pedido da Polícia Civil.
Agnaldo confessou ter matado Júlia Eduarda Andrade dos Santos, de 26 anos, que estava grávida de quatro meses. A jovem estava desaparecida há cerca de uma semana e foi encontrada morta na última quarta-feira (12), na zona rural de Sanharó. Com isso, o corpo da jovem já estava em avançado estado de decomposição.

A localização do corpo ocorreu após investigações conduzidas pela Delegacia de São Bento do Una. Durante diligências, os policiais encontraram o irmão do suspeito, que relatou ter dado carona a Agnaldo próximo à área onde o corpo foi localizado. Com base nessas informações, a equipe seguiu até o local, dessa forma confirmou a morte da jovem. O corpo foi recolhido e encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML).
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Agnaldo foi preso ainda na quarta-feira e autuado pelos crimes de feminicídio, assim como ocultação de cadáver. No entanto, após a audiência de custódia, recebeu medida cautelar com monitoramento eletrônico. Mas, diante da decisão, o delegado titular de São Bento do Una, Dr. João Mário Gomes, solicitou à Justiça a prisão preventiva, que foi autorizada.
Por fim, Agnaldo agora está recolhido no Presídio de Pesqueira, onde permanece à disposição da Justiça enquanto o caso segue em investigação.









