Aliança reuniria PSB, PT, PP, União Brasil e MDB, com disputa ao Senado e vice já encaminhadas

Nos bastidores da política pernambucana, as articulações para as eleições estaduais de 2026 avançam e uma possível composição da chapa majoritária já estaria praticamente definida. Segundo informações divulgadas pelo Blog do Magno Martins, aliados do prefeito do Recife, João Campos, afirmam que a estrutura da candidatura ao Governo do Estado já foi acertada entre os principais partidos da base.
De acordo com a publicação, a chapa teria como candidatos ao Senado o deputado federal Eduardo da Fonte, que preside a federação formada por Progressistas e União Brasil. Além do senador Humberto Costa, do Partido dos Trabalhadores.
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Já a vaga de vice-governador teria sido destinada ao grupo político da família Coelho, do Sertão. Dessa maneira, que indicaria o deputado estadual Antônio Coelho para compor a chapa.
Caso essa configuração se confirme, o palanque liderado por João Campos passaria a reunir um amplo arco de alianças. Assim, o que garantiria maior tempo de propaganda eleitoral no rádio e na televisão. Além disso, também garantiria o acesso a um dos maiores fundos eleitorais da disputa.
Outro reforço esperado na aliança seria o Movimento Democrático Brasileiro (MDB). A sigla deve oficializar em Brasília a filiação do presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), Álvaro Porto. O ato contará com a presença do presidente nacional do partido, Baleia Rossi, além do próprio João Campos.
Apesar do avanço nas definições, algumas peças ainda precisam ser acomodadas na estratégia eleitoral. Uma delas envolve o ministro de Portos e Aeroportos, Sílvio Costa Filho. De acordo com o Blog do Magno Martins, nos bastidores, comenta-se que, em caso de reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o acordo poderia incluir a permanência de Sílvio no ministério. Já o seu irmão, Carlos Costa Filho, disputaria uma vaga na Câmara dos Deputados.
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Outro ponto de atenção para o grupo político seria a possível candidatura da ex-deputada federal Marília Arraes ao Senado pelo Partido Democrático Trabalhista (PDT). A eventual entrada dela na disputa, de forma independente, poderia alterar o cenário eleitoral. Além de dividir votos dentro do campo político que hoje mantém diálogo com o governo federal.
Assim, mesmo com a possível definição da estrutura principal da chapa, as negociações políticas continuam nos bastidores. Visto que as lideranças buscam acomodar aliados e evitar candidaturas que possam fragmentar a base nas eleições de 2026.









