
Em setembro de 2024, um crime chocou a população de Buíque, no Agreste de Pernambuco. Na ocasião, policiais da 157ª Delegacia de Polícia foram acionados para o Sítio Bom Será, na zona rural do município, onde encontraram o corpo de Nazilene Bezerra da Silva, de aproximadamente 40 anos, já em avançado estado de decomposição.
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Na época, o delegado responsável, Dr. Adriano Ferro, explicou que não era possível identificar a causa da morte devido às condições em que o corpo havia sido encontrado, por isso o caso foi inicialmente registrado como de causa indeterminada. O corpo foi encaminhado ao Instituto de Medicina Legal (IML), onde exames seriam realizados.
No entanto, a investigação ganhou novos desdobramentos. Após decisão judicial, foi autorizada a exumação do corpo, realizada em 22 de julho de 2025. O procedimento confirmou que a morte foi violenta, embora a Polícia Civil e a família ainda aguardem a conclusão do laudo final.
De acordo com familiares, a suspeita é de que a morte esteja relacionada a uma confusão recente ocorrida próximo à data do crime. Eles também acreditam que o autor tentou eliminar provas, já que cápsulas de munição não foram encontradas no local, o que reforça a hipótese de ocultação de vestígios.
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Enquanto as investigações seguem em andamento, a dor da família permanece acompanhada pela luta por justiça. “Nós não vamos parar até que o responsável seja preso e pague pelo que fez”, afirmou um dos parentes de Nazilene.









