
A mãe da menina que denunciou descaso em Sertânia conseguiu que o convênio do plano de saúde autorizasse a cirurgia indicada para tratar a epilepsia refratária da filha. Entretanto continua mobilizando apoio da comunidade para custear os honorários da equipe que fará o procedimento.
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Documentos anexados à ação judicial mostram que o procedimento indicado é o implante de estimulador de nervo vago. Ou seja, tratamento recomendado para casos de epilepsia que não respondem aos medicamentos convencionais.

Apesar da conquista, a família enfrenta desafios financeiros adicionais. Nesse sentido, os valores relativos aos honorários dos cirurgiões, anestesistas e instrumentadores somam custo elevado. E esse valor não está sendo coberto integralmente pelo plano. Por isso, a mãe recorreu à solidariedade pública e compartilhou documentos que atestam a urgência, bem como a gravidade da condição da criança.
Em carta aberta e por meio de redes sociais, ela relatou que a autorização da cirurgia representa uma vitória importante, “mas ainda precisamos arcar com os médicos e garantir todas as etapas do tratamento”.
Procuradas, autoridades de saúde e representantes do hospital ainda não se manifestaram sobre a possibilidade de subsidiar os custos adicionais para a família.
Para a mãe, no entanto, a esperança permanece viva. Ela afirma que continuará empenhada em arrecadar os recursos necessários e ressalta que, enquanto isso, a filha permanece sob tratamento intensivo com medicamentos.
“Conseguimos que o plano aprovasse a cirurgia, mas isso não basta. Precisamos do apoio da comunidade e de quem puder ajudar para garantir que a equipe médica esteja completa e preparada”, declarou.
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Enquanto aguarda o agendamento da operação, a família tenta mobilizar amigos, vizinhos e redes de solidariedade, na expectativa de garantir um tratamento digno e, sobretudo, uma melhora real na qualidade de vida da criança, que convive diariamente com crises graves.









