
Em cidades polo do interior, continua o debate sobre o papel determinante do rádio, como interlocutor da sociedade. E não a serviço de governos, sob hipótese alguma, assim como é condenável a posição crítica sem equilíbrio. O mesmo vale para os canais na Internet e redes sociais. Episódios de intimidação e assédio a rádios e veículos digitais têm sido comuns.
Em pleno 2025, continuam surgindo notícias de assédio de gestores a emissoras exigindo linha editorial alinhada com o “governo que paga”. Mas a publicidade institucional não é sinônimo de apoderamento editorial.
Outro episódio é o da “vingança institucional”. Em Caruaru, o prefeito Rodrigo Pinheiro tirou uma emissora do espaço reservado para a cobertura da imprensa, a Cidade FM, por discordar de sua linha editorial. A Associação das Emissoras de Rádio e Televisão de Pernambuco (Asserpe) repudiou o episódio.
A ideia é criar, então, uma plataforma no site da entidade para registrar ataques à liberdade de expressão, liberdade editorial, e quando houver ataques ou casos de assédio aos veículos. A ferramenta deverá, dessa forma, seguir o exemplo da Abert, no Relatório sobre Violações à Liberdade de Expressão.
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