
Em Floresta, no Sertão de Pernambuco, o escândalo envolvendo a FlorestaPrev, fundo previdenciário municipal, continua sem respostas. Enquanto a dívida de R$ 20 milhões pesa sobre os cofres públicos, o silêncio do Executivo Municipal se torna cada vez mais ensurdecedor. O montante, que deveria garantir a aposentadoria e a estabilidade financeira de centenas de servidores, parece ter sido engolido por um sistema que acumula omissões, má gestão e falta de transparência.
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Embora a Câmara Municipal tenha autorizado, entre 2023 e 2024, mais de R$ 10 milhões em suplementações orçamentárias, o repasse à FlorestaPrev não foi efetivado. O dinheiro foi aprovado, mas não chegou ao destino que a lei determinava. Assim, surgem as perguntas que ecoam entre os servidores e a população: para onde foi esse dinheiro? Por que o repasse não foi feito? O que aconteceu com os recursos destinados à aposentadoria dos trabalhadores públicos?
Por trás desses números frios, há histórias reais — de professores, enfermeiros, administrativos e outros servidores que dedicaram décadas de serviço à cidade e agora veem o sonho da aposentadoria se transformar em incerteza. O rombo de R$ 20 milhões ameaça não apenas o equilíbrio fiscal do município, mas também o futuro de quem sempre sustentou a máquina pública com seu trabalho.
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As denúncias sobre o caso vêm sendo acompanhadas pelo Sertão Diário Oficial e por outros meios de comunicação locais. Além disso, nas redes sociais, o vereador Vilarim Pires (@vilarimp) tem mantido o assunto em pauta, reforçando a importância da cobrança pública e do direito à transparência.









