
A movimentação política se intensifiou em Pernambuco, João Campos articula alianças em torno da formação da chapa, acompanhando com sabedoria e sem afobação os bastidores da política. Apesar das especulações sobre possíveis alianças, o próprio gestor tem buscado adotar cautela ao comentar o assunto, reforçando que o processo ainda está em construção.
“Não tem chapa montada, não tem chapa pronta, isso é um processo. Qualquer tipo de especulação é a especulação da política”, declarou Campos.
João Campos articula alianças para o Senado
Entre os nomes cogitados para compor a chapa está o senador Humberto Costa. Considerando, inclusive, que o PT já exigiu esta vaga, a articulação pode trazer para o palanque a força da Federação Brasil da Esperança, que reúne partidos como o PT, garantindo tempo significativo de televisão e acesso ampliado aos recursos do fundo partidário. Em contrapartida, há a possibilidade de que João condicione o apoio à presença exclusiva do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no palanque da Frente Popular.
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Outro nome citado é o ministro Silvio Costa(Rep), que representaria um aceno a setores mais conservadores do eleitorado. A eventual aliança poderia aproximar o projeto político do partido Republicanos, ligado ao bispo Edir Macedo, ampliando o diálogo com segmentos de centro-direita.
Também aparece no radar o deputado federal Eduardo da Fonte (PP), conhecido pelo perfil pragmático. Embora atualmente esteja na base da governadora Raquel Lyra, o parlamentar possui forte capilaridade municipal e afirma poder levar ao palanque a robusta federação formada por União Brasil e Progressistas, considerada uma das mais estruturadas do país.
Já o ex-prefeito de Petrolina Miguel Coelho(UB) também é lembrado nas conversas. Nos últimos dias, porém, tem dividido as atenções entre o marketing eleitoral e investigações conduzidas pela Polícia Federal envolvendo atos administrativos ligados à sua família. Ainda assim, aliados afirmam que ele poderia agregar votos expressivos do Sertão
João Campos articula alianças com o PDT exigindo vaga ao senado à Marília Arraes

Antes de qualquer definição, entretanto, outro fator que influencia o tabuleiro eleitoral é o desempenho da deputada federal Marília Arraes(PDT). Líder em diversas pesquisas recentes, ela ingressou no Partido Democrático Trabalhista em um movimento interpretado por analistas como estratégia para ampliar seu capital político e fortalecer sua posição nas negociações eleitorais que antecedem a disputa estadual.
Restará à João Campos, portanto, ter muita sapiência para não jogar os inconformados no colo da goverandora.
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