
Um projeto desenvolvido pela Universidade Federal do Agreste de Pernambuco (UfaPE), em Garanhuns, pretende disponibilizar leite de jumenta para hospitais neonatais do estado até o início de 2026. A iniciativa busca oferecer o produto como alternativa ao leite materno em casos de necessidade. Devido à sua composição considerada a mais próxima ao leite humano.
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A pesquisa, que já se encontra em fase avançada de testes laboratoriais, avalia aspectos como segurança, conservação, bem como, valor nutricional do leite asinino. Desse modo, que apresenta menor propensão a causar alergias quando comparado ao leite de vaca.
De acordo com o pesquisador Jorge Lucena, a proposta é que o produto possa ser incorporado tanto ao Sistema Único de Saúde (SUS) quanto ao setor privado. A exemplo da experiência já consolidada na Itália, onde UTIs neonatais utilizam exclusivamente leite humano ou de jumenta.
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Nas análises, os cientistas identificaram que a melhor forma de ampliar a durabilidade do produto é transformá-lo em pó. Especialmente diante da baixa disponibilidade de fazendas produtoras no Nordeste.
Se aprovado, o projeto poderá colocar Pernambuco na vanguarda de uma inovação que alia ciência, nutrição, assim como saúde neonatal, com potencial de salvar vidas e reduzir complicações em recém-nascidos.









