
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), encaminhou à Procuradoria-Geral da República (PGR) o pedido apresentado pelos deputados Lindbergh Farias (PT-RJ) e Talíria Petrone (PSOL-RJ) para a decretação da prisão preventiva de Eduardo Bolsonaro (PL-SP). O despacho foi feito nesta quinta-feira (2), e a PGR terá o prazo de cinco dias para se manifestar.
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Além da prisão, os parlamentares solicitaram a suspensão imediata do pagamento de subsídios, verbas indenizatórias e cotas parlamentares. Também pediram a análise dos processos de cassação já protocolados contra o deputado. Bem como a devolução de valores recebidos durante o período em que esteve fora do país sem autorização da Câmara.
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Na representação, Lindbergh e Talíria afirmam que Eduardo Bolsonaro estaria articulando, nos Estados Unidos, sanções contra Alexandre de Moraes. Assim como de outros ministros, aliados políticos, órgãos do governo brasileiro e até mesmo contra produtos nacionais exportados para o mercado norte-americano.
Agora, caberá à PGR avaliar se há elementos suficientes para dar andamento ao pedido e, em caso positivo, oferecer parecer ao STF sobre as medidas solicitadas.









