
A governadora Raquel Lyra decidiu endurecer o tom com o deputado federal Eduardo da Fonte e iniciou um movimento político que incluiu a demissão de indicados do partido, sobretudo, em cargos estratégicos do governo estadual. Entre os espaços atingidos estão a direção de órgãos importantes como Laboratório Farmacêutico do Estado de Pernambuco (Lafepe), CEASA Pernambuco e o Porto do Recife. A decisão ocorre diante da possibilidade da federação partidária entre União Brasil e Progressistas caminhar politicamente ao lado do prefeito do Recife, João Campos, levando consigo tempo de televisão e recursos do fundo partidário para a Frente Popular de Pernambuco.
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Nos bastidores, o gesto foi interpretado como um ultimato direto aos deputados estaduais do PP. A orientação do Palácio do Campo das Princesas é clara: a partir de agora, cada gesto político deverá ser pautado pela reciprocidade. A recomendação informal aos parlamentares é que avaliem migrar para partidos que já integram a base do governo enquanto a janela partidária permanece aberta. A estratégia também mira o fortalecimento de siglas aliadas. O Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), por exemplo, ainda busca consolidar nomes competitivos para a disputa proporcional nas eleições de outubro.
Sem Eduardo da Fonte, Raquel Lyra intensifica articulações para reduzir a dependência do Progressistas. Com pragmatismo e, sobretudo, com frieza abre diálogo político com Marília Arraes e Silvio Costa Filho para ampliar base e garantir estabilidade na pré-campanha.
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