
Um recém-nascido foi encontrado dentro de um saco de lixo na calçada de uma faculdade localizada em Jaboatão dos Guararapes, na manhã desta quinta-feira (31). De acordo com testemunhas, o bebê ainda estava com o cordão umbilical, o que indica que havia nascido há pouco tempo. A cena comoveu estudantes e funcionários da instituição, que rapidamente se mobilizaram para socorrê-lo.
Conforme relataram pessoas que estavam no local, uma estudante percebeu o movimento estranho próximo ao lixo e, ao investigar, se deparou com o bebê. Sem hesitar, ela prestou os primeiros cuidados, enquanto outras pessoas acionavam os serviços de emergência. Embora o estado de saúde da criança ainda não tenha sido oficialmente divulgado, testemunhas afirmaram que o bebê apresentava sinais vitais no momento do resgate.
O Corpo de Bombeiros informou que foi acionado por volta das 7h da manhã. Quando a equipe chegou à calçada da faculdade, o recém-nascido já estava sendo atendido por funcionários da instituição, que seguiram os protocolos básicos até a chegada dos socorristas. Em seguida, a criança foi encaminhada ao Hospital Guararapes, também localizado em Jaboatão dos Guararapes, para receber os cuidados médicos necessários.
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Apesar da rápida resposta da comunidade acadêmica e dos bombeiros, o caso gerou revolta e preocupação. As autoridades devem investigar quem deixou o bebê no local, e a Polícia Civil já foi acionada para iniciar as diligências. Além disso, o Conselho Tutelar deve acompanhar o caso para garantir que a criança tenha seus direitos resguardados.
De acordo com o hospital
Segundo informações do Hospital Guararapes, o recém-nascido foi encontrado com o corpo coberto de areia, marcas de picadas de formigas e sinais de desnutrição. Após o resgate, ele foi examinado, alimentado e permanece em estado de saúde estável. A criança será submetida a exames laboratoriais e segue em observação.
“Ele chegou estável, com o coto umbilical ainda aberto. Não sabemos se foi cortado com tesoura, mas ele está bem. Vamos realizar os exames necessários e, após a alta, ele será encaminhado para uma casa acolhedora — uma família que recebe a criança até o processo de adoção”, explicou Lucy Monteiro, coordenadora do Centro Cirúrgico de Enfermagem da unidade.









