Compesa interrompe abastecimento em Venturosa para manutenção

Abastecimento de água é interrompido em Venturosa
Abastecimento de água é interrompido em Venturosa – Foto: Reprodução

Abastecimento de água é interrompido em Venturosa | A Compesa informou, na manhã desta quinta-feira (14), que precisou realizar uma manutenção emergencial na Estação de Tratamento de Água (ETA) do município de Venturosa, no Agreste de Pernambuco. Por causa do serviço, o fornecimento de água foi temporariamente interrompido em toda a cidade.

De acordo com a Companhia, a intervenção tornou-se necessária para corrigir uma falha identificada no sistema de tratamento. As equipes técnicas foram acionadas ainda nas primeiras horas do dia para executar os reparos.

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A previsão é de que os serviços sejam concluídos até às 16h de hoje, quando o abastecimento começará a ser retomado de forma gradual, seguindo o calendário oficial da Compesa. A Companhia orienta a população a utilizar a água disponível de forma racional até a normalização completa do sistema.

A Compesa reforçou que está atuando para restabelecer o serviço o mais rápido possível bem como garantir a segurança operacional da ETA de Venturosa.

Justiça determina medidas para normalizar abastecimento em Pedra, mas moradores seguem sem água nas torneiras
MPPE obriga Compesa regular água em Pedra
MPPE obriga Compesa regular água em Pedra – Foto: Reprodução

O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) obteve uma decisão liminar que obriga a Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) a restabelecer o abastecimento regular de água em Pedra. A determinação, emitida pela Justiça no dia 13 de outubro, concedeu à empresa o prazo de 15 dias para corrigir falhas na distribuição que têm afetado diversas localidades do município.

De acordo com a decisão, enquanto a situação não for totalmente regularizada, a Compesa deve garantir o fornecimento por meio de carros-pipa. Além de suspender a cobrança da tarifa mínima nos períodos em que o fornecimento permanecer interrompido sem justificativa adequada aos consumidores.

Outro ponto importante definido pela liminar é a obrigação de informar de forma transparente à população as causas da falta d’água. Bem como o cronograma de normalização e demais informações relevantes. A Companhia também terá que implantar um sistema de protocolos mais eficiente. Desse modo, que impeça o encerramento automático de chamados sem a confirmação do real restabelecimento do serviço.

A Ação Civil Pública foi movida pelo promotor de Justiça Filipe Coutinho Lima, sob o número 0000717-05.2025.8.17.3100. E surgiu diante do agravamento da crise hídrica no município e das constantes reclamações da população sobre a falta de abastecimento.

Entretanto, mesmo após a decisão judicial, moradores afirmam que a realidade continua difícil. O Portal Panorama recebeu relatos de que, em várias casas, não há água disponível nem para as necessidades básicas.

Uma moradora desabafou:

“Mesmo depois que a Justiça determinou que fosse liberada a água, as nossas torneiras continuam secas. Muita gente tem comprado água devido à demora e ao tanto de tempo sem água. Aqui em casa só tem água de beber, que a gente comprou pra se virar. Me parece que a multa não surtiu nenhum efeito.”

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A falta d’água tem causado transtornos diários. Assim como, gerado despesas extras e elevado o clima de insatisfação na população de Pedra.

Até o momento, não houve atualização oficial da Companhia quanto ao cumprimento do prazo imposto pela Justiça. A expectativa é que novos desdobramentos ocorram nos próximos dias, enquanto o MPPE segue acompanhando rigorosamente o caso.

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