Estudante denuncia faculdade do Recife

A estudante pernambucana Meire de Almeida enfrenta dificuldades para garantir um direito reconhecido judicialmente. A estudante afirma que venceu uma ação contra uma faculdade particular do Recife e obteve autorização para se transferir para uma unidade em Caruaru (PE), mas a instituição ainda não efetivou a matrícula. Estudante denuncia faculdade do Recife. A Justiça proferiu a decisão favorável em maio de 2023, porém a universidade ainda não cumpriu a determinação.
Pedido negado e falta de respostas
Meire iniciou o curso de Nutrição. No entanto, durante a pandemia, precisou se mudar para Caruaru e solicitou a transferência dentro do prazo estabelecido pelo Ministério da Educação (MEC). Apesar disso, a instituição negou o pedido.
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A estudante afirma que, mesmo após a decisão judicial, a faculdade ainda não regularizou sua matrícula nem entrou em contato oficialmente para resolver sua situação acadêmica.
“Desde a decisão, ninguém da faculdade me procurou para resolver a matrícula. Eu mesma entrei em contato logo após a sentença, mas apenas disseram que o jurídico avaliaria o caso. Até hoje, não tive retorno”, relata Meire.
A estudante destaca que já deveria ter concluído sua graduação, mas segue sem respostas concretas.
Uninassau afirma que cumpriu decisão
A universidade afirmou, em resposta à reportagem, que cumpriu a decisão judicial desde 2023. No entanto, a instituição não apresentou documentação que comprove a efetivação da matrícula.
De acordo com a universidade, o departamento jurídico não autoriza o envio do processo completo, mas ressaltou que a documentação está disponível para consulta pública.
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“Cumprimos todas as determinações judiciais sobre o caso da estudante Meire Bezerra de Almeida desde 2023, não havendo pendências por parte da instituição. Dessa forma, a universidade declarou que qualquer questão adicional deve ser verificada diretamente nos registros do processo.
Processo arquivado, mas situação indefinida
Em 2024, a Justiça arquivou o processo. Entretanto, não há comprovação oficial de que a instituição tenha efetivado a matrícula.
O caso levanta questionamentos sobre o cumprimento de decisões judiciais por parte de instituições privadas de ensino e o impacto na vida acadêmica dos estudantes afetados.







