
O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) prorrogou por mais um ano as investigações sobre uma possível servidora fantasma na Secretaria de Educação de Afogados da Ingazeira. Pois o inquérito civil instaurado em 2024 ainda exige diligências complementares para ser concluído. O caso apura a possível ausência de prestação de serviços de servidora. Nesse sentido, que estaria recebendo salários sem cumprir suas funções junto ao poder público municipal.
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A decisão pela prorrogação foi assinada pelo promotor de Justiça Thiago Barbosa Bernardo no último dia 2 de outubro e publicada nesta quinta-feira (16). Uma vez que a conclusão do inquérito depende de informações adicionais da Comissão Permanente de Processo Administrativo Disciplinar sobre o desfecho do processo disciplinar movido contra a investigada. O promotor destacou a “imprescindibilidade da realização de diligências complementares para a conclusão das investigações”.
Com a prorrogação, o MPPE deverá solicitar oficialmente à comissão informações sobre o andamento do processo disciplinar. Além de realizar outras diligências que se fizerem necessárias e designar o assessor de membro Jairon Machado Ferraz para secretariar o feito. O caso já foi comunicado ao Conselho Superior do Ministério Público e à Corregedoria Geral do MPPE, conforme determina o regimento interno da instituição.
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O inquérito civil tem como objetivo principal apurar eventual dano ao erário decorrente da ausência de prestação de serviços, portanto a prorrogação é considerada essencial para garantir a completa elucidação dos fatos.









