
O Conselho Deliberativo da Autarquia de Ensino Superior de Arcoverde (Aesa) decidiu manter os benefícios que garantem descontos nas mensalidades para estudantes de cursos como História, Geografia, Letras e Educação Física. A decisão foi tomada após intensos debates iniciados na Câmara de Vereadores. Que discutiram a possibilidade de corte das bolsas asseguradas por lei desde 2017.
A proposta de suspensão parcial dos benefícios, sugerida pela presidência da autarquia, previa o fim das bolsas no oitavo período dos cursos. Embora a lei original — aprovada com apoio decisivo da vereadora Célia Galindo (Pode) — garantisse o desconto de 50% até a conclusão da graduação. Contudo, diante da repercussão negativa e da forte atuação da vereadora, o Conselho optou por manter o modelo atual.
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Além da vereadora Célia Galindo, participaram da reunião o procurador adjunto da Prefeitura, Dr. Pedro Melchior, representando o Poder Executivo; o presidente da AESA, professor Franklin Freire. Assim como coordenadores, professores e representantes estudantis. Embora a proposta inicial visasse reduzir custos da instituição, o posicionamento firme da parlamentar e o apoio de diversos segmentos educacionais foram decisivos para a reversão da medida.
“Mesmo que o Legislativo, às vezes, seja esquecido nas decisões, é importante lembrar que temos responsabilidade com a educação e com os estudantes. A lei das bolsas foi aprovada com muito esforço, e não seria justo que, agora, tantos jovens fossem prejudicados”, afirmou Célia durante a reunião.
Além da manutenção das bolsas, foi anunciada a revogação do artigo que limitava o benefício ao sétimo período,. Dessa forma a mudança que será oficializada por ato do prefeito Zeca Cavalcanti, atendendo à deliberação do Conselho. Ademais, o programa Proupe — que oferece bolsas estaduais a estudantes de instituições públicas de ensino superior em Pernambuco — também seguirá sem alterações, garantindo mais estabilidade aos alunos.
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“Sempre defendemos essa lei por entendermos sua justiça e seu impacto na vida dos estudantes mais carentes. É uma luta iniciada em 2017, e vamos seguir com ela em defesa da AESA, da educação e da juventude de Arcoverde”, ressaltou Célia Galindo, ao celebrar a decisão.









