
A Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (17), o requerimento de urgência para o Projeto de Lei 2162/23, que prevê a anistia a participantes de manifestações de motivação política realizadas entre 30 de outubro de 2022. E a data em que a proposta entrar em vigor, caso seja transformada em lei. O requerimento foi aprovado com 311 votos favoráveis, 163 contrários e 7 abstenções.
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Com a urgência, o texto poderá ser votado diretamente em plenário, sem precisar passar pelas comissões, embora a data da votação ainda não tenha sido definida. Além disso, o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), anunciou que o relator do projeto será escolhido nesta quinta-feira (18). Desse modo, destacando que caberá ao plenário deliberar sobre os diferentes entendimentos a respeito dos atos de 8 de janeiro de 2023.
A bancada de Pernambuco, por sua vez, ficou dividida. Onze deputados votaram a favor da urgência, entre eles André Ferreira (PL), Augusto Coutinho (Republicanos), Clarissa Tércio (PP), Coronel Meira (PL), Eduardo da Fonte (PP). Bem como, Fernando Rodolfo (PL), Lula da Fonte (PP), Mendonça Filho (União Brasil), Ossesio Silva (Republicanos), Pastor Eurico (PL) e Waldemar Oliveira (Avante).
Outros doze parlamentares se posicionaram contra, como Carlos Veras (PT), Clodoaldo Magalhães (PV), Eriberto Medeiros (PSB), Felipe Carreras (PSB), Fernando Coelho Filho (União Brasil), Fernando Monteiro (Republicanos). Assim como, Lucas Ramos (PSB), Luciano Bivar (União Brasil), Maria Arraes (Solidariedade), Pedro Campos (PSB), Renildo Calheiros (PCdoB) e Túlio Gadêlha (Rede).
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Assim, enquanto parte dos deputados defende a tramitação acelerada do projeto, outra parcela se opõe à proposta, o que reforça a disputa política em torno do tema e antecipa debates acalorados quando o mérito for levado a plenário.









