
Pesquisadores da Universidade de Brasília avançam no desenvolvimento de uma nova alternativa para o combate ao pé diabético, uma das complicações mais graves do diabetes e responsável por milhares de amputações todos os anos no país.
À frente da iniciativa, a professora Suélia Rodrigues lidera o desenvolvimento do projeto Rapha, um dispositivo criado para estimular a regeneração de tecidos e reduzir de forma significativa a necessidade de cirurgias invasivas. A equipe prevê disponibilizar a tecnologia ainda neste semestre, após a avaliação final da Anvisa.
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O equipamento combina lâminas de látex e luzes LED para tratar feridas de forma prática e segura. Profissionais podem utilizá-lo tanto em hospitais quanto em casa.
A empresa Life Care Medical ficará responsável pela produção. A companhia já possui certificação do Inmetro e aguarda a liberação da Anvisa para iniciar a comercialização. Pesquisadores iniciaram os estudos em 2005, bem como identificaram propriedades do látex que estimulam a cicatrização de tecidos. A partir disso, eles desenvolveram o projeto, que mais tarde recebeu o nome de Rapha.
A tecnologia também gera impacto social, bem como econômico. Os desenvolvedores criaram o equipamento com foco em acessibilidade e utilizaram componentes nacionais, incluindo substâncias extraídas da seringueira. Dessa forma, esse modelo pode impulsionar a agricultura familiar.
Especialistas destacam que a proposta alia eficiência e baixo custo. Por fim, o equipamento oferece uma alternativa mais viável aos tratamentos atuais, bem como pode transformar a realidade de milhares de pacientes no Brasil.
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