Guarda Municipal e Câmara apresentam versões divergentes sobre atuação em sessão tumultuada em Arcoverde

Confira as notas de cada órgão na matéria

A atuação da Guarda Civil Municipal de Arcoverde durante sessão na Câmara de Arcoverde gerou versões divergentes entre os órgãos envolvidos

Atuação da Guarda na Câmara de Arcoverde
Atuação da Guarda na Câmara de Arcoverde – Foto: Reprodução

A atuação da Guarda Civil Municipal de Arcoverde durante uma sessão tumultuada na Câmara de Arcoverde, na noite desta segunda-feira (13), gerou versões divergentes entre os órgãos envolvidos.

Em nota de repúdio, a Guarda afirmou ter sido impedida de permanecer no interior do prédio e retirada sob a justificativa de que pertence ao Poder Executivo. A corporação classificou o episódio como “inaceitável”. Além disso, destacou que exerce papel institucional na proteção do patrimônio público, bem como da população, inclusive em prédios públicos como a Câmara.

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O posicionamento também aponta “estranheza” na informação de que a decisão teria partido de um assessor do presidente da Casa, Luciano Pacheco. Nesse sentido, que teria optado pela contratação de segurança privada para a ocasião. Para a Guarda, a medida demonstra desrespeito à sua atuação e cria uma situação “desnecessária e incompatível com o interesse público”. A corporação reforçou ainda que a segurança institucional não deve ser tratada como questão política.

Atuação da Guarda na Câmara de Arcoverde

Por outro lado, a Câmara Municipal divulgou nota de esclarecimento negando que tenha havido impedimento. Segundo o Legislativo, os agentes da Guarda poderiam atuar na área externa do prédio, contribuindo com a segurança do público que acompanhava a sessão do lado de fora.

A Casa informou ainda que já havia adotado medidas para garantir a segurança interna, com controle de acesso próprio, além de apoio da Polícia Militar de Pernambuco na parte externa.

No comunicado, a Câmara ressaltou que cabe exclusivamente à presidência requisitar segurança institucional, conforme previsto no regimento interno. Por fim, o caso expõe um impasse sobre a condução da segurança durante a sessão e reforça o clima de tensão política em Arcoverde.

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Clara Melo
Clara Melo
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